Trata-se de um movimento social dedicado a convidar as pessoas a se amarem e, a partir daí, ganharem coragem e confiança para pensar, reconhecer, entender, entrar em acordo, aprender a cuidar e aceitar a Família Eu (eu físico, eu mental, eu emocional, eu sexualidade, eu social, etc.) que vive em cada um de nós, sem necessariamente gostar nem concordar com todos os sentimentos ou cada componente desses eus, possibilitando, assim, o resgate do amor-próprio para que sofrimentos possam ser prevenidos.

NÃO É PRECISO SER PERFEITO

PARA SE AMAR!

São muitas crenças que parecem estar presentes na vida da maioria das pessoas. Uma crença equivocada que muitos de nós compartilhamos é: tenho que ser perfeito. Se não o for, não tenho valor e devo continuar lutando para ser perfeito. Não existe ser humano perfeito. O conceito de perfeição é uma ilusão perigosa e destrutiva. Dê a você mesmo a permissão de cometer erros. Tenha a coragem de ser imperfeito. Que alívio parar de tentar preencher as expectativas dos outros e as expectativas mais exigentes autoimpostas.

28/02 – DIA MUNICIPAL DO AMOR-PRÓPRIO EM PORTO ALEGRE

O amor-próprio virou Lei Municipal em Porto Alegre – RS. A Lei 12.660/janeiro 2020 inclui o Dia Municipal do Amor-Próprio, no calendário de datas Comemorativas e de Conscientização do Município de Porto Alegre/RS. O Dia Municipal do Amor-próprio será celebrado todos os anos, no dia 28 de fevereiro, e tem como objetivo mostrar os efeitos transformadores desse sentimento tão valioso, em benefício do bem-estar individual e social, bem como mostrar que o autocuidado é um ato de amor pela saúde integral. Ou seja, saúde do eu físico, eu mental, eu emocional, saúde do eu sexualidade, eu nutrição, saúde do eu profissional, eu financeiro, saúde do eu espiritual, eu social, etc., pois os diversos eus que compõem a Família EU humana interligam entre si, afetando um ao outro, como a existência interna e externa de cada um de nós, já que somos seres integrados. Servindo para mostrar também que o amor-próprio não é narcisismo, não é individualismo, não é ser egocêntrico. É importante praticar e nutrir amor-próprio para estar bem para ajudar o outro. Se eu não estou bem, como eu vou ajudar o outro? Eu preciso cuidar de mim para poder cuidar do outro.

Leve para a sua empresa ou instituição (escola, hospital, etc.) uma palestra ou workshop do programa Família EU, sobre a seguinte temática: “Educando para o amor próprio: quem gosta de si, cuida-se.” É um programa de prevenção e promoção da Saúde Integral, desenvolvido para ajudar as pessoas a cuidarem dos muitos eus (eu físico, eu mental, eu emocional, eu sexualidade, eu nutrição, eu profissional, eu social e muitos outros) que compõem a Família EU, que vive em cada um de nós, possibilitando o resgate do amor-próprio, para minimizar o adoecimento, melhorar a qualidade de vida e fortalecer as relações intrapessoais e interpessoais.

SAIBA MAIS

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Inteireza é a qualidade ou estado daquilo que é inteiro. Por isso, quando falo que Família EU é sobre inteireza, estou falando da importância em sentir-se inteiro e relacionar-se bem, integradamente com os diversos eus da própria Família EU, já que a negação da Família EU em sua totalidade impede que a pessoa viva os prazeres da inteireza, pois quem não consegue ser inteiro para si mesmo e consigo mesmo, nunca será inteiro com o outro, nunca será inteiro na vida.
Não é por acaso que o método FAMÍLIA EU: educando para o amor- próprio visa a educar para o desenvolvimento integral humano, ou seja, educar para a Família EU. Educar para a Família EU significa ensinar a pessoa a relacionar-se consigo mesmo por inteiro, isto é, com os pontos fortes e fracos da sua Família EU ( eu físico, eu mental, eu emocional, eu sexualidade, eu nutrição, eu espiritual, eu social e muitos outros).
Certamente, ninguém conseguirá ser algo para si mesmo e, muito menos, conviver saudavelmente com outras pessoas, se não conseguir primeiro ser inteiro consigo mesmo, sozinho, sem precisar de outro alguém ou algo que venha com o propósito de completar. Ninguém pode completar ninguém. Cada pessoa tem de buscar, por si só, completar-se. Seja inteiro e não metade.

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A Psicologia e a Educação são duas áreas do saber onde, desde há muitos anos, se registra um crescimento permanente, pois são duas forças em ação pela humanização. Através da Psicologia e da Educação criei o método educacional Família Eu: educando para o amor -próprio. É um método que utiliza a disciplina positiva humanizadora. Humanizar é tornar-se humano, benévolo, capaz de amar e cuidar de si mesmo, para conseguir compartilhar com o próximo amor, respeito, consideração e empatia. Humanizar é tornar-se capaz de tratar bem a si mesmo e o próximo. É dar valor a si próprio e a tudo que o cerca no planeta, à família, ao trabalho, aos amigos, aos relacionamentos pessoais, profissionais, ao meio ambiente – com toda a sua diversidade – à saúde integral( saúde do eu físico, eu mental, eu emocional, saúde do eu sexualidade, eu nutrição, eu espiritual, eu social, etc. Humanizar é tornar-se capaz de assimilar características mais amorosas e conscientes, como a união, a colaboração, a harmonização com o próximo, formando vínculos estruturados no amor. O amor que começa pelo próprio amor, pois amor-próprio é – e sempre será – o que norteia o ser para a humanização, que é fundamental não só para conseguirmos uma sociedade viável, mas também para o bem-estar e felicidade do indivíduo.

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O atual cenário social – antes e durante a pandemia – permite que possamos medir o índice de falta de amor-próprio no mundo, que por sua vez, conduz à falta de respeito pelo próximo. Ao invés de cuidarmos uns dos outros, o que vemos acontecer é o discurso e ações de ódio contra tudo o que é diferente de determinado padrão. Vê-se o desrespeito por tudo aquilo que tem vida. Ou seja, a desimportância pelo próximo (pessoas, animais, árvores, rios, enfim, pela vida no planeta ) é gritante e, quem não se importa, não respeita o outro – com suas diversidades – mostra que não recebeu na infância, dos pais ou cuidadores, educação para o amor-próprio, dessa forma, não aprendeu a se amar, respeitar-se, a valorizar-se, a se considerar, a se aceitar, normalmente tornando-se na idade adulta uma pessoa incapaz de amar a si mesmo, insegura de si, desrespeitosa, injusta, enfim, uma pessoa infeliz, desajustada, sem a capacidade de se colocar no lugar do outro, agindo destrutivamente contra toda espécie que vive, e tudo o que realmente importa. Se quisermos viver em um mundo melhor, com pessoas mais amorosas, colaborativas, empáticas e felizes, é preciso reeducar para o amor-próprio quem educa, pois só assim, será possível as crianças receberem esse tipo de amor. Educar para o amor-próprio é uma tarefa que precisa ser realizada por todos nós: família, escola, hospitais, igrejas, empresas, políticos, etc. Enfim, Juntos, podemos através da reeducação e educação para o amor-próprio, transformar as pessoas da nossa cidade, do nosso bairro, do nosso país, para vivermos no planeta, como seres humanos construtivos e competentes, para cuidar de si mesmo e do próximo. O mundo pede amor-próprio!

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