Trata-se de um movimento social dedicado a convidar as pessoas a se amarem e, a partir daí, ganharem coragem e confiança para pensar, reconhecer, entender, entrar em acordo, aprender a cuidar e aceitar a Família Eu (eu físico, eu mental, eu emocional, eu sexualidade, eu social, etc.) que vive em cada um de nós, sem necessariamente gostar nem concordar com todos os sentimentos ou cada componente desses eus, possibilitando, assim, o resgate do amor-próprio para que sofrimentos possam ser prevenidos.

NÃO É PRECISO SER PERFEITO

PARA SE AMAR!

São muitas crenças que parecem estar presentes na vida da maioria das pessoas. Uma crença equivocada que muitos de nós compartilhamos é: tenho que ser perfeito. Se não o for, não tenho valor e devo continuar lutando para ser perfeito. Não existe ser humano perfeito. O conceito de perfeição é uma ilusão perigosa e destrutiva. Dê a você mesmo a permissão de cometer erros. Tenha a coragem de ser imperfeito. Que alívio parar de tentar preencher as expectativas dos outros e as expectativas mais exigentes autoimpostas.

Amar-se é saber apreciar-se e avaliar-se com discernimento e não com julgamento. É estar bem consigo mesmo respeitando a própria essência. É olhar-se com consideração e devida atenção. É sentir os próprios valores como aceitáveis e naturais. Amar-se é reconhecer e aprovar seus limites e suas capacidades. É tomar posse de si, tornando-se seu próprio mentor e responsabilizando-se pelas próprias escolhas. Isso quer dizer que temos a capacidade de construir uma vida saudável ou uma vida de doenças, dependendo do modo como nos relacionamos conosco mesmos e da maneira como buscamos manter as relações a nossa volta.

Leve para a sua empresa ou instituição (escola, hospital, etc.) uma palestra ou workshop do programa Família EU, sobre a seguinte temática: “Educando para o amor próprio: quem gosta de si, cuida-se.” É um programa de prevenção e promoção da Saúde Integral, desenvolvido para ajudar as pessoas a cuidarem dos muitos eus (eu físico, eu mental, eu emocional, eu sexualidade, eu nutrição, eu profissional, eu social e muitos outros) que compõem a Família EU, que vive em cada um de nós, possibilitando o resgate do amor-próprio, para minimizar o adoecimento, melhorar a qualidade de vida e fortalecer as relações intrapessoais e interpessoais.

SAIBA MAIS

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Se errar faz parte da condição humana, o conceito de perfeição é uma ilusão perigosa e destrutiva, pois é uma armadilha a ideia de que devemos nos destacar em quase tudo o que fazemos, que devemos ser o melhor a todo custo e que não devemos errar. As pessoas que ficam pressas nessas ideias deprimem-se, perdem o controle sobre a própria conduta e, inevitavelmente, erram. Então, quando errar, ao invés de se castigar, se abrace, seja benevolente consigo mesmo. Os erros não nos tornam melhores nem piores, simplesmente nos ensinam, mostram novas opções e nos aproximam de uma verdade que não devemos esquecer: somos humanos.

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Porque a comparação com as outras pessoas afeta a autoestima, potencializando o desenvolvimento de variadas doenças, como transtorno de ansiedade, depressão e muitas outras, pois aqueles que estão sempre se comparando com os melhores, os mais bem-sucedidos, os mais famosos, vivem amargurados pelo que “não são” ou pelo que “lhes falta”. Cada um de nós é único e tem o seu encanto. Assim, para que a autoestima funcione bem, é necessário reconhecer nós mesmos como seres humanos, nos olharmos com olhos mais compreensivos, aceitando-nos e podendo aprovar a totalidade de nosso ser, embora não estejamos de acordo com todas as características dos nossos diversos eus, pois – quando você se apaixona – não é pela metade ou só um pouco, ou ama ou não ama.  Isso acontece quando o afeto se dirige a você mesmo. Você se ama ou não se ama, aceita- se ou não. Sem dúvida, é preferível não se comparar com ninguém e aprender a se amar e se aceitar incondicionalmente. 

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Conhecer-se melhor, sabemos desde Sócrates (470-399 a.C.), é fundamental para o viver, já que os outros entram em nossa sintonia e repetem o que emanamos. Sócrates foi um grande defensor do autoconhecimento e, durante a sua vida, dedicou muito tempo para tentar entender a sua própria Família EU. Afirmou que nenhum indivíduo era capaz de praticar o mal conscientemente e propositadamente, mas que o mal era um resultado da ignorância e falta de autoconhecimento.
É certo que para amar a nós mesmos, precisamos nos conhecer. Isso significa conhecer a própria Família EU (eu físico, eu mental, eu emocional, eu nutrição, eu sexualidade, eu profissional, eu social, etc.) Quando a pessoa conhece a sua Família EU com seus pontos fortes e fracos, fica mais fácil desenvolver atitudes que promovam relacionamentos mais saudáveis e construtivos. Bem como, fica mais fácil estar ciente sobre os próprios limites e desenvolver atitudes que resolvam essas limitações, apropriar dos próprios sentimentos, reconhecendo-os e questionando quais necessidades dos diversos eus – da Família EU – não estão sendo atendidas. Na verdade, conhecer a própria Família EU, muda a forma como uma pessoa interage consigo mesmo, com o mundo e com as outras pessoas, abrindo possibilidades para novas aprendizagens.

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